Graciely Carvalho

Frio e Dores no Corpo

Posted by: Graciely Carvalho on: 15/04/2013

12186_1

É só a temperatura baixar que começam as primeiras alterações no corpo. Garganta raspando, nariz com coriza, pela ressecada e dores musculares por todas as partes. Maurício de Moraes, ortopedista do Instituto de Ortopedia e Traumatologia (IOT/SP), explica que, nessa época do ano, o corpo tende a forçar mais os músculos, a fim de produzir mais calor e diminuir a sensação de frio. É por essa razão que as pessoas sentem mais dores no corpo.

 

Ao contrário do que muita gente pensa, beber água não é um privilégio dos dias mais quentes. Embora não se sinta muita sede, o organismo necessita de líquido tanto quanto no verão. “A água hidrata e ajuda a manter a elasticidade do corpo e com isso reduz a sensação de que a pele está rasgando”, afirma Moraes.

 

É muito importante se manter agasalhado para que ocorra a manutenção do aquecimento corpóreo, porémevite a sobreposição de roupas. Vestir muitas peças, ao invés de aquecer, faz o corpo transpirar demais, o que poderá desencadear uma desidratação. A prática de exercícios físicos regulares também é recomendada, já que proporciona a proteção muscular e ajuda na prevenção de cãibras e outras dores.

 

“Evite choque térmicos, não saia de um ambiente quente e vá para outro frio, sem se proteger. Essa queda de temperatura pode gerar sérias complicações físicas como, por exemplo, o torcicolo”, recomenda Moraes.

 

Para evitar o agravamento das dores nas articulações (causadas pela inflamação nos nervos) ou até mesmo a lombalgia (dor na parte inferior das costas), é importante se manter aquecido. “Durante o dia, não permaneça sentado por mais de 50 minutos. Para se prevenir de contorções, levante-se, da cadeira e faça qualquer movimento com o corpo, que pode ser apenas alguns passos pela sala”, sugere o ortopedista.

 

O que fazer para diminuir a dor

O ortopedista Maurício de Moraes indica uma série de exercícios físicos que ajudam a diminuir os incômodos nos dias mais frios. Logo pela manhã, realize os oito movimentos. Durante o dia, em intervalos de 50 minutos, repita pelo menos dois exercícios:

 

1. Em pé, com os joelhos levemente dobrados, ou sentado, mantenho as costas alinhadas, cruze os dedos das mãos acima da cabeça e, com as palmas viradas para cima, estenda os braços até seu limite, por 5 segundos;

 

2. Em pé, com os joelhos levemente dobrados, coloque um dos braços acima e atrás da cabeça, com o cotovelo dobrado. Segure-o com a outra mão e puxe calmamente. Incline o tronco para o mesmo lado que estiver puxando até seu limite, por 5 segundos. Faça o mesmo procedimento do outro lado;

 

3. Em pé, com os joelhos levemente dobrados, entrelace os dedos das mãos atrás das costas, apontando as palmas para o chão e fazendo a extensão dos cotovelos sutilmente até seu limite. Mantenha a posição por 10 segundo;

 

4. Sentado, mantendo as costas alinhadas e pernas relaxadas, aponte o queixo para um dos ombros. Sem flexionar a cabeça, mantenha a posição em rotação máxima para o seu limite por 10 segundos. Faça o mesmo procedimento do outro lado;

 

5. Sentado, mantendo a postura ereta, ou em pé, com os joelhos dobrados, entrelace os dedos das mãos e estique os braços lentamente para frente, na altura dos ombros. Mantenha por 15 segundos;

 

6. Em pé ou sentado, não esquecendo de dobrar levemente os joelhos na primeira posição e de manter as costas alinhadas, apóie uma das mãos no ombro oposto e, com a outra mão, puxe o braço pelo cotovelo, com o pescoço virado para o ombro do braço que está sendo exercitado. Mantenha por 10 segundos e repita o procedimento com o outro braço;

 

7. Em pé, com os joelhos levemente flexionados, coloque as mãos atrás dos quadris, empurrando-o sutilmente para frente, e mantenha a posição por 20 segundos;

 

8. Sentado, com as pernas cruzadas e mantendo a postura correta, force a inclinação lateral do pescoço, com uma das mãos, em direção ao ombro do mesmo lado da mão, até o seu limite, por 10 segundos. Em seguida, repita o exercício do outro lado.

 

Fonte: Revista Viva Saúde

Síndrome de Down

Posted by: Graciely Carvalho on: 21/03/2013

images (1)

 

20120320-SindromeDeDown

 

Depressão na Vida Adulta

Posted by: Graciely Carvalho on: 07/03/2013

AA034249A depressão é um transtorno por sintomas de humor deprimido, além de perda lenta e sistemática do prazer e satisfação com a vida. Acomete em torno de 8 a 12% da população com 80% de recorrência, iniciando-se geralmente entre os 20 e 40 anos, embora possa iniciar também na infância.
O estresse parece ser um dos principais fatores ambientas que predispõem um indivíduo à depressão. Em cerca de 60% dos casos, os episódios depressivos são precedidos pela ocorrência de fatores estressantes, principalmente de origem social. Além disso, a conhecida influência de fatores genéticos no desenvolvimento da depressão poderia ser decorrente de um aumento da sensibilidade a eventos estressantes.
Várias são as queixas presentes dentro do estado depressivo, incluindo redução da atenção e lentidão do pensamento, distúrbios na memória de curto prazo, memória de longo prazo, e é descrito também que pacientes deprimidos teriam maior seletividade ao negativismo. Trabalhos de Beck (1963) relatam que as construções negativistas do pensamento são o fato primeiro na cadeia sintomática, uma vez que as pessoas depressivas, estando pessimistas, facilmente despertam rejeição o que intensifica sua autodesaprovação, tornando-as mais negativas e assim alimentando o ciclo doentio.
Para o tratamento da depressão é necessário a busca pela causa do problema. Sabendo-se que os agentes estressores são o que originam geralmente a depressão, através da Microfisioterapia podemos buscar as memórias estressantes e a partir de então dar um estímulo para restaurar a função dos órgãos responsáveis pelo surgimento desta patologia, possibilitando a retomada da qualidade de vida.

 

Fonte: http://www.microfisioterapia.org/dental-center-from-the-top-professionals/

Livre-se do Passado

Posted by: Graciely Carvalho on: 07/03/2013

 

576105_2877379950199_524018358_nVocê ganha novas dimensões e sua vida também, no momento em que for capaz de desconectar o passado de você. Toda experiência que você assimila parcialmente, parte de você fica preso nela. A assimilação parcial da experiência acontece quando você é incapaz de aceitar o fato como foi. Isto é, a resistência, a luta interior em como foi a experiência, o leva a permanecer indiretamente existindo nela. Toda experiência parcialmente assimilada se transforma em você num padrão emocional e mental viciado. Sendo assim, imagina quantas partes de você está perdida no passado. Imagine o quanto você precisa unificar o seu Ser no presente para que recupere a sua real dimensão e potência de realização. Há muitas experiências do passado que você ainda está ligado. Estando ligado, você não consegue fazer o seu espírito decolar para outros níveis de realização e satisfação. É por isso que em muitas ocasiões você se sente como se algo o prendesse, impedindo-o de realizar e de criar. Quando for capaz de se render ao passado e aceitar tudo como foi, toda a carga de experiência passada se tornará sabedoria e você não será mais um ser com reações condicionadas, você se reinventará. Renasça agora.

 

Fonte:http://www.facebook.com/horacio.frazao

A Postura Correta para Caminhar

Posted by: Graciely Carvalho on: 06/09/2012

Um exercício simples, gostoso de praticar e de baixo impacto o que diminui, e muito, as chances de algum tipo de lesão é a caminhada.

Seja no parque, no campo, no calçadão à beira mar, na areia da praia, dentro da água, aproveite para respirar profundo, observar a paisagem (fauna, flora, sol, lua, estrelas, arquiteturas e pessoas belas). Ufa! Quanta coisa pra admirar enquanto se exercita!

O ar de onde você caminha deve ser puro, ou pelo menos não muito poluído, senão ao invés de benefícios você pode prejudicar sua saúde. Se você mora em um lugar muito poluído, não desanime, você pode caminhar na esteira ou mesmo sem sair do lugar.

Observe (abaixo) alguns detalhes que podem fazer a diferença na hora de fazer suas caminhadas:

Barriga: Encolha-a e a mantenha assim enquanto anda, abdômen contraído. Imagine-se vestindo uma calça jeans apertada.

Pés: Mantenha-os alinhados ao corpo. Apoie a cada passo primeiramente o calcanhar e o restante. As passadas não devem ser muito longas.

Braços: É importante que acompanhem os movimentos. Os cotovelos devem manter um ângulo reto (90º) com os braços para não sobrecarregar a circulação, evitando inchaços.

Mãos: Mantenha-as relaxadas, nem muito abertas nem fechadas e, no decorrer do exercício, abra e feche as mãos facilitando a circulação do sangue periférico, para não sentir as mãos inchadas ou “formigando”.

Ombros:Devem ficar relaxados e levemente para trás, assim não prejudicam a musculatura do pescoço.

Cabeça: Deve ficar alinhada à coluna. Dessa forma o queixo não deve ficar nem muito pra cima nem muito pra baixo e os olhos devem olhar para o horizonte.

Realize caminhadas diárias de 30 à 40 minutos para uma melhor qualidade de vida, relaxamento físico e mental.

 

Fonte: Saúde da Mulher

Por que fazer fisioterapia

Posted by: Graciely Carvalho on: 04/09/2012

Lá se vai o tempo em que os fisioterapeutas cuidavam apenas de atletas. Hoje eles tratam desde a celulite até as sequelas de derrame. E, na recuperação de traumas, seu papel é fundamental. Ainda assim, há quem largue as sessões antes do término — uma precipitação que é prejuízo na certa

Katharina vai chegar no mês que vem. E no que depender de sua mãe, Juliane Marinho, tudo sairá como o previsto. Zelosa, a advogada paulistana se desdobra em cuidados com a alimentação desde que soube da gravidez. Também passou a dormir direito. Mas garante que sua grande aliada é a fisioterapia. “As sessões me ajudam a ficar relaxada e com maior flexibilidade”, diz Juliane.

Exercícios na água, atividades para fortalecer os músculos das costas e técnicas para melhorar a respiração são alguns dos procedimentos fisioterapêuticos indicados para as gestantes. Sem falar nos alongamentos, que são capazes até de afastar a hipertensão arterial na gestação — a perigosa pré-eclampsia —, segundo um estudo recente da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. “O profissional pode aplicar movimentos de drenagem específicos para as grávidas, o que também ajuda na pressão ao atenuar inchaços”, afirma a fisioterapeuta Sabrine Pfeiffer, do Hospital e Maternidade São Luiz, na capital paulista. Sempre com o aval do obstetra, as futuras mamães trabalham, ainda, a musculatura pélvica, o que facilita o parto e previne a incontinência urinária, mal que aflige de 10 a 52% das mães quando entram na menopausa. Aliás, quando o xixi escapa por qualquer bobagem, mais uma vez a fisioterapia é bem-vinda. “Em casos assim, uma das técnicas mais difundidas é o biofeedback”, conta a fisioterapeuta Milena Trudes Caires, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Com a ajuda de um equipamento, a paciente aprende a controlar a musculatura do assoalho pélvico, o que facilita na retenção da urina.

São apenas exemplos. A fisioterapia pode ajudar em inúmeras outras frentes. “Mas o fundamental é que o paciente reconheça a finalidade de cada procedimento e aprenda sua importância”, opina Maurício Garcia, fisioterapeuta do Instituto Cohen de Ortopedia, Reabilitação e Medicina do Esporte, em São Paulo. Na Espanha, pesquisadores da Universidade de Murcia observaram, em um estudo com 184 pessoas que sofriam com dores crônicas, que a aderência ao tratamento foi maior entre aqueles que receberam explicações detalhadas sobre as técnicas fisioterápicas a que seriam submetidos. E fique claro: ir até o final das sessões é o que faz a diferença. Infelizmente, basta sentir alívio e a maioria dos pacientes fica na tentação de abandonar tudo — um passo em falso que pode custar caro.

Quem já torceu o pé, machucou o joelho ou deu aquele mau jeito na coluna deve se lembrar das sensações dolorosas que, muitas vezes, beiram o insuportável e são mais intensas nos primeiros dias póstrauma. Nessas horas, não há dúvida, a meta da fisioterapia é dar um fim ao sofrimento. E, durante as primeiras sessões, não costuma faltar gelo. É que a temperatura fria diminui a inflamação e combate o inchaço.

Passados os primeiros dias de crise, o especialista analisa uma penca de exames que apontam com precisão a área afetada e o tamanho da encrenca. Assim, elege os melhores aparelhos para tratar a lesão (confira o slideshow: uma mãozinha da tecnologia). Geralmente, são necessárias poucas sessões para que a dor desapareça — e, vale repetir, é aí que mora o perigo.

FIM DO PRIMEIRO MOVIMENTO
Os apreciadores de música clássica sabem que o momento certo para aplaudir é quando soa a última nota de uma sinfonia — nunca antes disso, o que tiraria a concentração da orquestra e atrapalharia todo o andamento. Pode-se dizer que algo parecido se passa na fisioterapia. Concluída a primeira fase, não é certo interromper o tratamento. Ainda é preciso muito trabalho para garantir a perfeita harmonia do corpo. Quando termina a etapa da analgesia — que é como os especialistas definem aquelas primeiras sessões focadas em acabar com a dor —, é a vez de colocar a pessoa nos eixos. “O objetivo é fazer com que o paciente volte a desempenhar as funções com habilidade”, conta Maurício Garcia, que também é coordenador do Centro de Traumatologia do Esporte da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp.

O tratamento nunca para antes de se ter certeza disso. “No caso de uma torção, por exemplo, o risco de uma nova lesão aumenta quando as sessões não vão até o fim”, revela a fisioterapeuta Maria Cecília dos Santos Moreira, diretora do Instituto de Reabilitação Rede Lucy Montoro, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. É que os sintomas somem antes de o processo de cicatrização interna se completar. Portanto, quando a dor acaba é preciso ter paciência e enfrentar os exercícios para o fortalecimento da musculatura local. “E, claro, em alguns casos, deve-se corrigir a postura e fazer alongamento”, diz a fisioterapeuta Nathassia Orestes, também do Instituto Cohen.

Fortalecer a musculatura e restabelecer o equilíbrio são algumas das prioridades para os pacientes com sequelas de derrame. Só que, no caso deles, a abordagem é diferenciada: “É preciso levar em consideração a região do cérebro afetada pelo problema”, explica a fisioterapeuta Fátima Gobbi, do Centro de Reabilitação do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista.

As primeiras sessões procuram estimular o cérebro para que ele aprenda, outra vez, a realizar determinados movimentos. São sequências de exercícios para restabelecer a coordenação. Aos poucos, o paciente começa a ter domínio do seu tronco, até conseguir parar sentado, sem escorregar.

De acordo com a evolução do indivíduo, é possível incluir exercícios de marcha a partir do momento em que ele já fica sentado sozinho. “Até que a pessoa tenha segurança para caminhar por conta própria, ela recebe apoio”, descreve Jeane Peixoto, do Instituto de Reabilitação Rede Lucy Montoro. Até mesmo em derrames que deixam a vítima de cadeira de rodas para sempre, a fisioterapia é fundamental. Isso porque afasta o risco de a musculatura do corpo se atrofiar, ajustando a postura do cadeirante, por exemplo. Os paraplégicos necessitam do mesmo cuidado, até porque, vivendo sentados, podem viver com inchaços pelo corpo, causados pela má circulação.

Mulheres que passaram por cirurgia para a retirada do seio podem ter o movimento dos braços prejudicado. Além disso, há modificação na anatomia do tórax, que costuma alterar a postura — essa é outra área em que a mãozinha do fisioterapeuta se torna preciosa. Exercícios de alongamento ajudam a evitar tendinites e dores na coluna nessas pacientes. Há ainda a drenagem linfática específica para inchaços que costumam dar as caras no pós-operatório. “A técnica não faz o tumor se espalhar, como se pensava no passado. Isso é mito”, garante Milena Trudes Caires.

DENTRO DO HOSPITAL
Quando se trata de um problema grave, como um câncer ou um rompimento de medula, o ideal é que a assistência do fisioterapeuta comece na unidade de terapia intensiva. Não por menos. Pacientes que passam muito tempo imobilizados tendem a ficar com articulações e músculos comprometidos. “É importante fazer um trabalho de prevenção para evitar danos”, esclarece Ana Lígia Vasconcelos Maida, fisioterapeuta do Hospital Sírio-Libanês. “Pesquisas mostram que a reabilitação diminui pela metade o tempo de permanência na UTI”, revela o fisioterapeuta Sílvio César Autílio, do Hospital e Maternidade São Luiz.A advogada paulistana Juliane Marinho, de 34 anos, decidiu buscar a fisioterapia para combater dores nas costas, inchaços e até mesmo dificuldades respiratórias típicas de uma gestação. “Hoje não sinto muitos desconfortos, embora meu corpo esteja completamente mudado”, conta. Por causa do peso da barriga e das mamas, as gestantes têm o centro de gravidade alterado, o que pode prejudicar a coluna. Outra modificação comum na gravidez tem a ver com os ligamentos, que, por obra da enxurrada de hormônios, costumam se afrouxar, interferindo no equilíbrio.

“Minha meta é voltar a jogar tênis”, diz Antonio Fernando Seabra, de 70 anos. No final de 2008, o advogado sofreu um acidente vascular cerebral e, desde então, segue as sessões de fisioterapia com disciplina. “Logo que cheguei do hospital, eu não conseguia nem sequer me sentar. Hoje já estou caminhando”, compara. As sessões de Seabra também têm momentos de puro relaxamento. “Aproveito para aliviar as tensões”, conta o mineiro da cidade de Diamantina, que não se cansa de elogiar o time que cuida dele no Centro de Reabilitação do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista.

A empresária paulista Sílvia Cristina Jorio Palma, de 41 anos, desconfia que os treinamentos excessivos de vôlei, na adolescência, estejam por trás das quatro hérnias de disco que apareceram em sua coluna. “Eu não tomava cuidado com minha postura durante os treinos”, conta. Há cerca de um ano, o quarteto de hérnias resolveu tirar o sossego de Sílvia. “As dores se tornaram insuportavelmente fortes.” Depois de conversar com vários ortopedistas, que, inclusive, indicaram cirurgia, ela foi encaminhada ao tratamento fisioterapêutico. Após alguns meses e já sem nenhum sinal de dor, a empresária passou a fazer alongamento, pilates e RPG, ou seja, reeducação postural global.
Faça FISIOTERAPIA e melhore sua qualidade de vida!!

 

Fonte: Revista Saúde

Graciely Carvalho

Fisioterapeuta | Crefito 46427-F

Fisioterapeuta,formada pela Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE. Com formação Internacional em Microfisioterapia pela Escola de Terapia Manual e Postural Salgado, formação em Cadeias Musculares Leopold Busquet, RPG/FM, Terapia Manual de Maitland.

Atuando na Ortotrauma Clínica de Fisioterapia
46 3225 9316
Pato Branco - PR

Agosto 2016
S T Q Q S S D
« Abr    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031